Quem já teve oportunidade de ver a banda incendiar redutos do underground carioca, sabe muito bem: o Paraphernalia faz um dos shows mais animados que partem do Rio de Janeiro para o mundo. O frescor e a musicalidade dos jovens e talentosos integrantes da banda, mais a vibração da galera que curte esse som instrumental quente, faz de qualquer show do Paraphernalia uma experiência quase transcendental.

O embrião do Paraphernalia surgiu em 2001, quando o guitarrista Bernardo Bosisio e o contrabaixista Alberto Continentino se uniram para um novo projeto. Após algumas formações, o grupo chegou à configuração atual, com alguns dos mais tarimbados e requisitados músicos da cena carioca: Donatinho nos teclados, Felipe Pinaud na flauta, Leandro Joaquim no trompete, Marlon Sette no trombone, Renato "Massa" Calmon na bateria e Joca Perpignan na percussão, além dos já citados Bosisio e Continentino.

Nos últimos anos vários deles também participaram de discos e shows de Marcos Valle, João Donato, Eumir Deodato, Lincoln Olivetti, Kassin, Gal Costa, Celso Fonseca, Vanessa da Matta e Adriana Calcanhotto, entre muitos outros, e tocam projetos paralelos como o Sobrado 112, a Abayomy Afrobeat Orquestra e o Fino Coletivo.

O som do Paraphernalia é instrumental pop e dançante, potente e livre de convenções e virtuosismos, e abrange um vasto leque de ritmos e possibilidades, com influências que vão das trilhas sonoras cinematográficas e de séries de TV criadas entre os anos 60 e 80 – mas sem americanomania – à música latina e africana, jazz, samba, funk, disco, soul, psicodelia e música contemporânea.

Para vencer o desafio de fazer com que a energia que a banda irradia nos shows passasse para o áudio gravado, o Paraphernalia chamou o superprodutor Kassin e o experiente Ricardo Garcia, quem depois de um tempo dedicado às primorosas masterizações volta a pilotar a produção de um disco. A eles se soma o talento do engenheiro de gravação e mixagem Duda Mello, indicado ao Grammy Latino em 2005 pelo seu trabalho em Jet-Samba, de Marcos Valle, e produtor do aclamado Liebe Paradiso, de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos. Foi com esse time dos sonhos que a banda gravou praticamente ao vivo no estúdio e em sistema analógico as 11 composições inéditas e originais de RITMO EXPLOSIVO.

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